27 de fevereiro de 2010

O Último Pensamento.



Qual seria seu último pensamento, na hora da morte? Se você morresse neste exato momento, qual seria a última coisa em sua mente? Não gosto de pensar que seria uma coisa frívola e sem sentido, ou algo engraçado do tipo "o que será que acontece se eu enfiar o dedo nesta tomada?"
Gosto de pensar que no último momento de sua vida, ou nos últimos momentos, você julgará tudo, se tiver sido feliz, terá um pensamento feliz, se existir algum grande arrependimento, será este, enfim... o que houver de mais importante estará na sua cabeça.
Agora imagine a seguinte situação: todo momento pode ser o último. Carpe Diem? Sem dúvida. Mas muito mais do que isso, viver completamente e não se arrepender, viver cada dia ao máximo, tentar apreciar as coisas insignificantes para poder entender a complexidade do todo.

21 de fevereiro de 2010

Um monstro obscuro.


O desconhecido é um escuro monstro. Ele te persegue nos seus mais íntimos momentos. Assim como a sua consciência, serve de companheiro nos momentos onde mais ninguém participa. Mas é uma companhia doentia, desfigurada, que amedronta e intimida sem piedade. Qual a maneira de combater esta escura figura?

Caráter um cara ter.

Caráter é uma coisa que poucos tem, e se você tiver, tome cuidado para nunca deixá-lo em segundo plano. Acho que chamar uma pessoa de boa ou ruim, não é suficiente. Ninguém é apenas ruim, assim como ninguém é totalmente bom. Porém, há certas horas em que a cólera, a mágoa e a raiva invade o ser, por mais que ele pense, ria e chore, assim como todos. Ele se torna apenas um medíocre, uma mosca. Perde sua identidade, seu caráter e vira um nada. Certos erros são compreensíveis. Porém, quando nos deparamos com traições extremante dolorosas, aparece a pergunta: "Será o homem o animal mais racional?!" O perdão é uma palavra a ser pensada. É certo perdoar, dar uma segunda chance; mas em profundas traições, já é um caso a se pensar afinal de contas perdoar é divino né...
Por mais que acredite com plena convicção que o homem nasceu para ser livre, e que nunca deve deixar seus sonhos, metas e objetivos escaparem entre os dedos, pense antes se em breve este sonho não interfirá negativamente no caminho de alguém, parece coisa de novela essas pessoas que deixam seu caráter de lado para subir na vida dando rasteira nos outros e fazendo de tudo para conseguirem o que desejam, mas esse tipo de gente realmente existe, infelizmente.
Pois se você joga uma flor ou uma pedra em alguém, você que escolhe, mas lembre-se que, de alguma forma, isso voltará para você.

13 de janeiro de 2010

Mudanças?

É engraçado como a gente muda de um dia para o outro. Como a cabeça, os sonhos, os objetivos, ficam tão diferentes em pouco tempo, mesmo que seja de um semestre para o outro...
Os adultos param de correr, de brincar, de gargalhar. E especialmente: eles param de sonhar. O sonho de criança, antes tão colorido, vira um miserável dinheiro. As fantasias são deixadas de lado, como se criar fosse algo plenamente dispensável, nessa vida tão corrida, onde o homem não tem tempo nem de ver o que tempo realmente é. O homens ficam cada vez mais egoístas. Esquecem dos outros homens, que embora que não tenham seu mesmo poder aquisitivo, são iguais a ele. Os tons de azul não mais são fascinates. Nem mesmo o céu, que antes parecia tão imenso. A diferença entre a terra e o céu é pouca, ou talvez nem exista. Amor, então? Coisa de criança! Sua meta não mais é voar... O que ele quer agora é proteger sua família contra os erros do mundo, tapando o sol com a peneira, impondo-lhes limites mais fortes que a liberdade. E, aos poucos, esse jovem seguirá como gado os pensamentos em preto e branco, que seu pai lhe ensinou.

11 de janeiro de 2010

No stress!

A sociedade impõe demais.
Ignoram as pequenas - ou as maiores - coisas da vida, como o sorriso, a pureza de criança.
Impõe seus pensamentos extremamente quadrados e limitados. Já possuem uma reta delimitada para todos os seres humanos. A vida acaba se tornando uma rotina chata. E as cores? E a família? A felicidade? São jogadas no baú da ingenuidade, da inocência. Entram na multidão dos normais, dos iguais... viram a mesma coisa. Não inovam mais, não criam, não riem com todo coração: Não olham nos olhos, e quando olham, não veem nada senão uma redonda pupila. Não enxergam mais a poesia, e as coisas doces.
Os adultos preferem tirar as virtudes da criança: A ingenuidade, criatividade, pureza. E trocá-las por tempo, dinheiro, stress.
E se felicidade for o mesmo que loucura, então sejamos loucos!!

Mas não se perca nos vícios da hipócrita sociedade!! (Rousseau)